quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Quem tem medo da Filosophia?


Fala, gentes!

Este post é para quem gosta de filosofia. E a filosofia alemã particularmente me atrai. E entre todos que gosto, gosto muito de Heidegger. São teorias difícieis de entender, muito abstratas, mas existe a possibilidade de desmistificar através de uma imagem. Esta acima são das teorias de Heidegger. Quem conhece um pouco vai entender. E isso, às vezes, é necessário.
E mixando várias teorias de vários filósofos fiz esta poesia... Boa Leitura!
(AMOR ENTRE) parêntesis

Não tenho nenhuma dúvida
Nem a cartesiana
Do que alegra mais em mim
E se manifesta
E mesmo sem explicar
Posso dar significado

E mesmo em um eterno paradigma
E um objeto dado à minha aflição
Sou um sujeito real
E demoro mais que um sujeito lógico
Para entender no ato
A coisa-em-si

E nesse movimento estranho
Deixei de ser sujeito
E no meu mundo a vontade flutuou
Passei a ser objeto de desamor
Não entendo, meu Deus!
E nem a filosofia me ajudou

Meu amor tinha espontaneidade
Mesmo entre tantas contingências
Mas desprezado caí em reflexão...
Resolvi fazer uma redução eidética
E eliminar a individualidade
E a existência do meu amor solitário

Coloquei entre parêntesis
Aquele sentimento anacrônico
Ele já tinha quase vida
Talvez, condensado em matéria
Daria forma
E já nasceria com um nome e um pranto

Imperativo categórico
De vontade própria à minha destruição
Sem juízo, nem sintético, analítico
Sem razão
O superego do meu amor rindo
Id
E o meu ego aqui no chão.
Willian Matt

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